Saúde mental, 5 dicas para balancear carreira e vida privada

Saúde mental, 5 dicas para balancear carreira e vida privada

Você tem percebido que certas dificuldades ou limitações psicológicas atrapalham a sua rotina? Sente-se aprisionado em padrão de comportamento e/ou pensamento e não sabe como sair deles?

Saiba que você não está sozinho. Esses problemas são responsáveis pela redução da qualidade de vida de expressivas parcelas da população.

Portanto, para obter o equilíbrio mental, evitando que os transtornos afetem negativamente sua carreira e sua vida pessoal, acompanhe as dicas que organizamos para você. Veja!

Quais cuidados podem manter a mente saudável?

Para te ajudar, reunimos aqui 5 atitudes recomendadas para quem sente precisar melhorar a saúde psicológica e emocional. Nossas dicas para que você obtenha equilíbrio mental são:

  • nutra boas relações com seus colegas de trabalho;
  • evite passar tempo excessivo online;
  • reserve espaços na agenda para o lazer e o divertimento;
  • não negligencie os períodos destinados ao sono;
  • busque o acompanhamento de especialistas em psicologia.

Nos tópicos a seguir, entenda melhor como realizar cada uma dessas dicas e como elas podem melhorar a sua vida.

Nutra boas relações com seus colegas de trabalho

O ser humano tem a necessidade de se sentir pertencente aos grupos com que convive. Esse desejo de socializar é natural e faz bem à saúde psíquica, de modo que, no ambiente de trabalho, é bastante recomendável manter uma convivência amistosa com os colegas. Para que essa relação seja, de fato, benéfica e prazerosa, é necessário que essa interação não seja pautada por competições e rivalidades, e sim por valores como solidariedade e respeito.

Críticas não construtivas e boatos sobre colegas são práticas que podem parecer inofensivas ou até divertidas a princípio, não é mesmo? Mas, essa prática, mais popularmente conhecida como fofoca, tende a gerar consequências para o equilíbrio mental de toda a equipe. Ser o alvo desses comentários pode ser bastante desestimulante, causando uma sensação de inadequação e exclusão. Mesmo que o assunto não seja você, participar de uma fofoca faz com que a sua mente assimile que é assim que se fala de quem não está presente. Consequentemente, com o tempo você pode começar a sentir receio do que falam a seu respeito quando você não está por perto, o que pode se tornar um medo ou uma paranoia que gasta sua energia mental e prejudica seu desempenho no local de trabalho. Portanto, evitar participar dessas situações é, além de ético, mais saudável.

Evite passar tempo excessivo online

As redes sociais e outras plataformas da internet são muito envolventes e convidativas. Seu uso moderado pode trazer diversos benefícios, já que esses canais têm grande potencial de conectar as pessoas. Por outro lado, a exposição excessiva ao universo online pode gerar consequências psicológicas nocivas.

É possível que a forma de funcionamento dessas plataformas gere a necessidade constante de retorno, como obter cada vez mais likes e seguidores. Também é comum que as redes promovam a sensação de que a vida alheia é sempre mais prazerosa e bem-sucedida do que a nossa.

Dar pausas no uso da aparelhos como o celular e o computador é muito útil para diminuir o ritmo acelerado que as mídias digitais tendem a estimular. Para isso, uma boa alternativa é buscar atividades prazerosas que não envolvam aparelhos digitais, como ler um livro, encontrar presencialmente os amigos, praticar alguma arte, passar um tempo com os filhos, brincar com os pets, entre outras infinitas possibilidades.

O mesmo vale para o uso de redes sociais no trabalho. Evite “zapear” demais por páginas desnecessárias, pois, além de perder muito tempo, pode iniciar um sentimento de ansiedade.

Reserve espaços na agenda para o lazer e o divertimento

Se a agenda é o que rege os seus dias, determinando sempre onde você estará e o que estará fazendo, lembre-se de reservar momentos ou dias voltados unicamente para o lazer e a diversão.

Nos momentos de lazer, dê preferência ao contato com a natureza. Isso é excelente para desacelerar a mente e se reconectar com o ritmo das plantas, dos animais e de nós mesmos. Para se divertir, busque as atividades que de dão prazer, sejam elas artísticas, esportivas ou de outro tipo. Nesses momentos, preze também pela companhia das pessoas que te fazem se sentir bem.

Não negligencie os períodos destinados ao sono

Muitas vezes, acreditamos que não é tão prejudicial passar uma ou outra noite em claro para resolver algum problema, finalizar algum trabalho, entre outras necessidades da vida agitada de qualquer adulto. O problema é que essa atitude não é assim tão inofensiva como pode parecer.

Primeiro porque o corpo e a mente humanas precisam desse período de descanso para repor as energias. Além disso, há o fato de que, para conseguir se manter acordado, o indivíduo faz, muitas vezes, uso de café, energéticos ou outros estimulantes. Tudo isso prejudica o equilíbrio psicológico, podendo prejudicar a atenção, a memória e outras capacidades mentais.

Por isso, lembre-se de que o ideal é manter as 7 ou 8 horas de sono diárias. Só assim a sua mente poderá relaxar e estar preparada para as atividades do dia seguinte.

Busque o acompanhamento de especialistas em psicologia

É altamente recomendável buscar o acompanhamento de psicólogos, psicanalistas, psiquiatras e outros especialistas em estudos de tratamento da mente humana. O atendimento oferecido por esses profissionais não é destinado exclusivamente àqueles que estão em sofrimento mental intenso. Toda pessoa pode se beneficiar com a realização periódica de sessões de psicanálise, por exemplo. Essas atividades permitem que o indivíduo tenha um ambiente seguro e saudável para desabafar e se ouvir, o que é fundamental para se conhecer melhor.

Através do autoconhecimento permitido por essas áreas, é possível conhecer melhor os próprios desejos e medos. Assim, ideias pré-concebidas sobre si são confrontadas, as fontes das angústias são encaradas e as vontades tornam-se mais compreensíveis. Ou seja, essa é uma dica que melhora a sua relação consigo e com os outros.

Conclusão

Vimos aqui algumas atitudes e práticas que podem ser adotadas para tornar sua rotina psicologicamente mais saudável. Evitar alguns hábitos estressantes e exercitar atividades de autocuidado são mudanças simples e que possuem alto potencial de melhorar a sua qualidade de vida.

Lembre-se de que nenhuma dessas soluções garante resultados vitalícios. A saúde da mente, assim como a do corpo físico, requer atenção e cuidados ao longo de toda a vida. Mas, isso não é, de maneira nenhuma, uma má notícia: o autocuidado é, além de uma necessidade, uma fonte de prazer. Conhecer a si, aceitar as próprias características e modificar os pontos que desejamos modificar são atividades que compõem a história de cada indivíduo, marcando sua trajetória com todas as particularidades que o tornam um ser único no mundo.

Sua fossa transbordou? Como resolver de vez!

Sua fossa transbordou? Como resolver de vez!

As fossas são parte de um sistema de captação de dejetos líquidos e sólidos em residências urbanas e rurais. Nesse sentido, devido ao seu funcionamento constante e captação de esgoto, ela pode transbordar e causar uma verdadeira bagunça em casa.

Neste artigo, vamos conhecer os quatro tipos de fossas e dicas preciosas para não ter que lidar com o transbordo constante e incômodo em sua residência. Boa leitura!

Os principais tipos de fossas existentes

Em muitas regiões do Brasil, as pessoas não possuem acesso a água encanada, tampouco ao saneamento básico. Por isso, as fossas são opções encontradas para o descarte do esgoto sólido e líquido em residências, chácaras, sítios, etc.

Para entender o funcionamento de uma fossa, é necessário conhecer os quatro principais tipos existentes no mercado. Dentre elas, apenas uma é considerada segura para o meio ambiente, vamos conhecê-las:

– Absorvente: é uma fossa instalada em terrenos mais porosos, onde os tijolos são colocados de forma separada e tampada com concreto e britas ao seu redor. É conhecida também como fossa rudimentar, portanto, passível de se desmoronar e alto risco de contaminação do solo.

– Seca: trata-se de uma fossa construída em cima de um buraco diretamente no chão, tampada geralmente com tábuas. Esse é um dos tipos que mais contaminam o solo, já que não há uma barreira para impedir que os dejetos sólidos e líquidos entrem em contato com lençóis freáticos e o solo como um todo.

– Séptica: é uma fossa que não contamina o solo nem a água e é considerada mais segura e asséptica. O esgoto coletado fica por algumas horas parado, coberto por uma tampa. Através de soluções biológicas e químicas aplicadas aos dejetos, o esgoto é então tratado e as partes sólidas são separadas das líquidas.

Além disso, o líquido tratado dessa fossa pode ser utilizado em plantações como forma de reuso.

 – Negra: é um dos tipos de fossas mais perigosas para o meio ambiente, já que trata-se de apenas de enterrar os dejetos líquidos e sólidos, abandonando a área. O esgoto não é tratado, tampouco separado.

Em residências mais antigas, é comum o uso da fossa. E muitas vezes em casas de aluguel, o morador desconhece a existência da fossa no terreno da casa, e quando esta se enche, acontece o rompimento dos dejetos e a dor de cabeça ao qual mencionamos.

Por que a fossa transborda?

Quando é utilizada diariamente, ela se enche rapidamente, e certamente transbordará. Isso também acontece quando há o fim da vida útil da fossa.
Após vários anos de uso. Além do risco de contaminação do solo e da água, o mau cheiro e a sujeira espalhada pelo quintal da casa é algo bem incômodo e angustiante.

Para garantir que a fossa esteja funcionando corretamente, o município da cidade, bem como a Vigilância Sanitária e a Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente são os responsáveis por fiscalizar as fossas sanitárias, analisando se estão contaminando o meio ambiente de alguma forma.

Dicas para manter a fossa sempre limpa e sem riscos de transbordar

Primeiramente, é importante mencionar que a fossa irá se encher constantemente de dejetos, porém, os cuidados que se tem a partir da primeira limpeza de manutenção, evitará que ela transborde novamente.

Nesse sentido, vamos às dicas para evitar que a fosse transborde de forma recorrente em sua casa:

1-Localização da fossa

É imprescindível localizar de forma precisa a fossa sanitária em uma residência, favorecendo a limpeza e manutenção do local sempre que necessário, dimensionando inclusive o seu tamanho e profundidade.

Além disso, é importante mencionar a segurança para os moradores da residência, evitando que alguém ou um animal caia em uma fossa, por exemplo.

2 – Não espere a fossa transbordar para realizar a limpeza

Cada fossa possui um nível de enchimento, mas o ideal não é esperar ela transbordar para realizar a limpeza. Esse nível nunca deve ser o de transbordamento, mas sim um pouco abaixo.

Não hesite em solicitar a limpeza da fossa com uma empresa de confiança da sua cidade, assim você evitará acidentes e sujeira em sua residência. Os profissionais levam em conta a quantidade de esgoto gerada ao longo do tempo e assim determinam um tempo seguro para realizarem a limpeza.

3 – O lodo em excesso também faz a fossa transbordar

O esgoto gera muito lodo com o passar do tempo, o que acaba entupindo os buracos por onde o líquido é drenado na fossa, gerando então o acúmulo da parte sólida e o transbordamento. Nesse caso, é importante considerar a limpeza com a retirada do lodo em excesso.

A Desentupidora Eminente é a sua opção ideal para desentupir e limpar fossas com eficiência, evitando dores de cabeça de ter dejetos e sujeira transbordando no quintal de casa.

 

Confira 8 Dicas para identificar vazamentos

Ter uma casa livre de vazamentos é essencial não apenas para evitar danos estruturais, mas também para economizar água, um recurso cada vez mais escasso e precioso. Muitas vezes, um pequeno vazamento pode passar despercebido, causando desperdício e aumentando a conta de água no final do mês. Neste artigo, vamos compartilhar algumas dicas valiosas para ajudá-lo a identificar vazamentos em sua casa e adotar medidas para economizar água.

1. Faça uma inspeção visual no imóvel

Uma inspeção visual cuidadosa em sua casa pode revelar vazamentos óbvios. Procure por manchas de umidade nas paredes, pisos e tetos. Preste atenção especial em áreas próximas a pias, banheiras, chuveiros e vasos sanitários. Além disso, verifique se há sinais de ferrugem, mofo ou qualquer outra evidência de vazamento ao redor dos encanamentos visíveis.

2. Monitore sua Conta de Água

Um dos primeiros sinais de que há um vazamento em sua casa pode ser uma conta de água inexplicavelmente alta. Caso sua conta apresente um aumento significativo, sem que você tenha mudado seus hábitos de consumo, é hora de investigar possíveis vazamentos. Faça uma análise detalhada de seus registros mensais e, se necessário, consulte um encanador profissional para verificar possíveis problemas em sua tubulação.

3. Verifique Medidores de Água

Os medidores de água são excelentes ferramentas para identificar vazamentos, especialmente se você souber como utilizá-los corretamente. Para fazer uma verificação básica, certifique-se de que todos os dispositivos de consumo de água estejam desligados e, em seguida, observe o medidor. Caso ele continue em movimento, mesmo com tudo desligado, é provável que haja um vazamento em algum lugar do sistema.

4. Teste os Vasos Sanitários

Vasos sanitários com vazamento podem desperdiçar uma quantidade considerável de água. Para verificar se há vazamentos, coloque algumas gotas de corante alimentar no reservatório e aguarde cerca de 30 minutos. Se a água da tigela do vaso sanitário ficar colorida, isso indica a presença de um vazamento. Nesse caso, a substituição da válvula de descarga ou reparo do mecanismo interno do vaso sanitário pode ser necessária.

5. Examine as Torneiras

Torneiras pingando são um sinal claro de vazamento e podem desperdiçar abundantemente de água ao longo do tempo. Certifique-se de verificar todas as torneiras em sua casa, incluindo as externas, e conserte qualquer gotejamento encontrado. Muitas vezes, um simples reparo, como a substituição de uma arruela ou vedante, pode resolver o problema e economizar água significativamente.

6. Verifique os Chuveiros

Chuveiros com vazamentos podem não apenas aumentar o consumo de água, mas também causar danos à estrutura do banheiro. Verifique se há vazamentos na conexão entre o chuveiro e a mangueira ou tubulação. Além disso, observe se há sinais de infiltração ou umidade nas paredes próximas ao chuveiro. Caso encontre algum problema, chame um encanador para realizar os reparos necessários.

7. Inspeção em Canos Externos

Não se esqueça de verificar os canos externos, como aqueles que alimentam torneiras do jardim ou sistemas de irrigação. Procure por vazamentos visíveis ou áreas úmidas ao redor desses canos. Verifique também se há rachaduras ou danos na tubulação. Qualquer problema encontrado deve ser corrigido o mais rápido possível para evitar o desperdício de água.

Utilize Tecnologia para Identificar Vazamentos

Atualmente, existem muitas ferramentas e tecnologias disponíveis para identificar vazamentos em casa. Um exemplo é o medidor de fluxo de água, que pode ser instalado em sua tubulação para monitorar o consumo de água em tempo real. Além disso, há dispositivos de detecção de vazamentos que usam sensores para identificar vazamentos ocultos em pisos e paredes. Considere a utilização dessas tecnologias para garantir uma detecção precoce e economia de água.

Identificar vazamentos em casa é fundamental para evitar desperdício de água e preservar nosso precioso recurso natural. Ao monitorar sua conta de água, fazer inspeções visuais regulares e consertar problemas assim que forem identificados, você estará contribuindo para a conservação da água e reduzindo seus gastos. Lembre-se de que a ajuda de um encanador profissional pode ser necessária em alguns casos mais complexos. Portanto, não hesite em buscar assistência especializada para solucionar vazamentos em sua residência. Juntos, podemos preservar a água e garantir um futuro sustentável para todos.

Manejo integrado de Pragas: como funciona?

Manejo integrado de Pragas: como funciona?

Você já sentiu arrepios só em imaginar ver uma barata passeando pela sua casa? E quando o assunto é rato ou escorpião, além do medo dos bichos, há também o temor de ser contaminado por alguma doença. Essas pragas urbanas são muito comuns, mesmo em casas limpas e localizadas em áreas com infraestrutura adequada. 

Para evitar a proliferação de pragas, é essencial fazer o controle por meio de ações preventivas e de combate aos insetos e a outros bichos que coloquem em risco a saúde e o bem-estar dos moradores da casa. 

Ficou interessado sobre o assunto, então leia mais no nosso artigo. 

Pragas urbanas: o que são?

Segundo a Fiocruz, podemos considerar como pragas urbanas e domésticas todas as espécies de insetos ou animais que têm capacidade de infestar cidades, além disso, eles podem transmitir doenças. Geralmente, as pragas são conhecidas por picar, morder e causar danos a diferentes tipos de alimentos e objetos. 

A maior parte das pragas pode ser encontrada no campo, mas algumas migram para as áreas urbanas em busca de alimentos ou de ambientes propícios para procriar. Um dos fatores que favorecem a proliferação desses animais é o excesso de lixo, locais sujos, falta de saneamento básico, etc. As espécies mais encontradas em áreas urbanas são: baratas, ratos, mosquitos, pombos e formigas.

Para evitar o aparecimento desses animais indesejáveis, medidas simples podem fazer a diferença. Por isso, é importante manter imóveis sempre limpos, não descartar o lixo em locais inapropriados ou fora do horário da coleta, não jogar entulho na rua, manter alimentos fechados e em armários, limpar com frequência os locais que armazenam alimentos. 

Mas se mesmo com esses cuidados, você detectou a presença de alguma espécie, acione imediatamente técnicos especializados em controlar pragas e vetores. Assim, o comércio ou residência passará por uma inspeção minuciosa e, caso necessário, por processo de erradicação dos animais transmissores de doenças. 

Como fazer o controle correto de pragas urbanas?

Muita gente acredita que conter a proliferação de insetos tem a ver apenas com dedetização. Claro que esse serviço faz parte, mas não é apenas isso. O principal foco do combate às pragas urbanas é acabar com o ambiente propício que favoreçam o surgimento de roedores, mosquitos e outros pequenos animais que podem transmitir doenças. 

O manejo integrado de pragas surge como uma solução viável e efetiva para quem busca mais tranquilidade no seu lar. A ação vai além de dedetizar, ela busca soluções efetivas por meio de estudos que permitem conhecer o ciclo de vida e hábitos das pragas existentes no estabelecimento residencial ou comercial. 

Conhecer os tipos de ambientes que permitem a aparição desses animais e insetos é também uma das etapas do processo de manejo. Toda essa pesquisa e análise ajudam não apenas controlar, mas erradicar as pragas do local que mora. 

Entretanto, para que a técnica seja realizada de forma correta para alcançar os resultados positivos, é necessário contratar uma empresa especializada. O principal motivo de escolher profissionais qualificados é que eles farão uma análise criteriosa sobre as habilidades dos insetos ou animais de se reproduzir, ou seja, se proliferar. O primeiro passo para não permitir o avanço desses bichos é limitar a sua capacidade reprodutiva, controlando a população da espécie. Essa é apenas uma das maneiras de fazer o manejo integrado. 

Outra forma de exterminar as pragas urbanas dos ambientes domiciliares é limitar as suas fontes de alimentação. A remoção dos alimentos obriga esses animais a irem buscá-los em outros locais. Também é essencial reduzir as fontes de água e dificultar o acesso aos abrigos. 

Todas essas medidas vão ajudar no sucesso do manejo integrado de pragas. A efetividade do processo depende também de métodos químicos para eliminar as pragas que estão instaladas no domicílio. Dessa forma, o controle torna-se mais eficiente. 

Para ter resultado prolongado ou até mesmo permanente, o especialista obedecer as seguintes fases do manejo:

  • Inspecionar 
  • Identificar 
  • Focar na prevenção e nas medidas corretivas
  • Desinsetizar
  • Avaliar o processo
  • Monitorar as ações e os resultados

Manejo integrado de pragas para restaurantes e indústrias

Não apenas residências ou comércio devem se preocupar com o manejo integrado de pragas urbanas, restaurantes e indústrias também devem utilizar o processo para manter ratos, baratas e outros animais afastados. 

De acordo com as determinações da Anvisa, qualquer estabelecimento deve ter um planejamento eficiente para o controle de pragas. Já pensou comer uma pizza e uma barata voar para a sua mesa? ou até mesmo ver um rato passeando em uma clínica enquanto espera o atendimento médico? Essas não são coisas agradáveis de imaginar. 

Além do incômodo, as pragas podem causar infecção hospitalar, transmitir doenças (leptospirose, dengue, entre outras) envenenar por meio de picadas (escorpião). Ou seja, é um risco à saúde e pode colocar a vida em risco. 

São por esses motivos que a vigilância sanitária exige o controle eficaz de animais e vetores transmissores de doenças. Em caso de desobediência, o estabelecimento pode receber notificação, ser multado ou fechado. 

Quem é proprietário de escritório, farmácia ou outro tipo de estabelecimento deve ficar atento às regras sobre controle de pragas. Investir no manejo integrado de pragas é mais barato do que correr o risco de ter alimentos ou remédios contaminados por um desses animais.